Viagem ao Santuário do Pai Eterno – Trindade – GO

Bom dia irmãos, irmãs em Cristo, venho trazer-lhes um post diferente, com fotos tiradas lá da viagem ao Santuário do Pai Eterno na cidade de Trindade – GO, ocorrida no dia 22/06/2012, em um local de muita paz e fé! Pe Robson de Oliveira está fazendo um trabalho belíssimo de Evangelização! Vejam as fotos e se encantem com o local de profunda fé e devoção!

































Pe Robson de Oliveira esta fazendo um trabalho belíssimo de Evangelização!
Abraços amados(as) sejam todos abençoados pelo Pai Eterno, amém

Amor ao Pé do Altar – Pe. Zezinho

Existem rios que não secam, nem suas águas diminuem,
Porque de onde eles fluem, há uma fonte perene.
Existem riachos tão limpos, que mesmo se alguém os turva
Em pouco tempo se limpam. Seu leito não vem da lama.
Existem amores tristes que já nem mais são amores.
Não deu certo aquele sim.

Arrastam sua existência sem saber qual o seu fim .
Eu, por mim, ainda creio nos amores mais serenos,
Que não nascem de repente, e foram cultivados,
Passo a passo , palmo a palmo, tranqüilos e sem venenos
pensados, dialogados, orados e acompanhados.

Amores sem ameaças, sem “dá cá” “quero o que é meu”
E que não são possessivos, porque o “nós” é mais que o “eu”
Existem amores puros, bonitos de a gente ver
Dá pra ver que tem ternura, paciência e mansidão
Cede ela, cede ele, e quem tiver que ceder,
Mas ninguém é derrotado , pois não é competição.

O amor quando é delícia, tem um pouco de malícia,
pois não é amor ingênuo
mas tem seu lado inocente, insistente , persistente,
de apostar que vai dar certo , se o outro estiver por perto,
mesmo que venham problemas.

O amor supera os dilemas.
Existem amores santos, voltados para o infinito.
É o amor mais bonito que se possa imaginar
Os dois se querem com fome,
Sonham misturar seus nomes , seus corpos e corações
Sonham gerar novas vidas, querem ser parte de um todo
Pois acreditam que o céu tem algo a ver com os dois.

Alguém maior do que tudo queria os dois numa carne
Num encontro de ternura , mergulho de sentimentos,
coisa de almas maduras.

Existem bons casamentos e casamentos feridos.
Bons quando os dois conseguem
Ser esposa e ser marido.

Feridos se um deles erra, e às vezes os dois erraram
Ele não é para ela , e nem ela é para ele
A paz que tanto sonharam.

Não deu certo aquela casa, rachou, fendeu, não protege
Não tem mais chance nenhuma, não progrediu, não se rege.
Uma das vigas da casa , algumas vezes as duas
Perderam a sua força , não tiveram paciência
Perderam a incoência, não souberam suportar
E destelharam a casa, foram fundar outro lar.

Felizes aquelas almas que ainda sonham bonito
Dentro de um sonho infinito
Maior que os dois sonhadores
Pois estes são os amores que acabam dando certo
É que eles sonham de perto,
um vendo o outro sonhar
e o sonho é tão delicioso, que na hora de acordar
querem sonhar mais um pouco
De sonhos e de esperanças , e de bem-aventuranças,
De perdão e sacrifícios, de paciência e ternura
E do colo um do outro o casamento foi feito.

Mas se vai embora a ternura, e vem as palavras duras
as exigências terríveis e as cobranças impossíveis,
“Você não faz nada por mim” “Me prove que ainda me ama”
“Não vale a pena esta cama” “Não vale a pena nós dois”
“Você não é mais aquela” “Você que não é aquele”
Acabou o sentimento, acabou o casamento,
O barco está soçobrando, um dos dois está sobrando,
O amor não está queimando e nem mesmo há fogo brando.
Aí a gente se assusta, pois quando um amor se apaga
duas estrelas se apagam no céu da comunidade.

Por mais que se reacendam em qualquer outro lugar
Fica a lembrança do barco que não conseguiu chegar.
Que o amor de vocês dois , que é feito de tantos sonhos
Tenha um futuro risonho, e se surgirem dilemas
Não importam os problemas, vocês irão resolver
Com meus amigos eu acho que vocês dois são riachos
cujo encontro foi perfeito
foram limando os defeitos e o que sobrou é bonito
há um amor infinito, brilhando agora nos dois
E a gente que veio à festa , lhes dá um beijo na testa
E os abençoa serena. Amor assim vale a pena.

Sejam felizes pra sempre.
Se não pedir demais, arranjem um , dois ou mais
queridos como vocês , pois onde houver dois ou três,
Jesus vai estar no meio. Foi pra isso que Ele veio
Pra santificar a gente.

Parabéns , vocês se amam.
Coragem , vão precisar.
Mas do jeito que se amam,
Continuem a sonhar
Tem Deus neste casamento.

Por isso é um sacramento !

Autor: Pe. Zezinho
Paz Amados(as)

Conheça o E.C.C – Encontro de Casais com Cristo

O Encontro de Casais com Cristo – ECC – é um serviço da Igreja, em favor da evangelização das famílias. Procura construir o Reino de Deus, aqui e agora, a partir da família, da comunidade paroquial, mostrando pistas para que os casais se reencontrem com eles mesmos, com os filhos, com a comunidade e, principalmente, com Cristo. Para isto, busca compreender o que é “ser Igreja hoje” e de seu compromisso com a dignidade da pessoa humana e com a Justiça Social.

A evangelização do matrimônio e da família é missão de toda a Igreja, em que todos os fiéis devem cooperar segundo as próprias condições e vocação. Deve partir do conceito exato de matrimônio e de família, à Luz da Revelação, segundo o Magistério da Igreja (Orientações pastorais sobre o matrimônio – CNBB Doc. Nº 12) (DN-pág. 13)

Como nasceu o E.C.C

Nasceu da inquietude de um sacerdote (Pe. Alfonso Pastore) que dedicou sua vida sacerdotal à Pastoral Familiar, à Pastoral da Saúde e à Pastoral Carcerária. Teve início em 1970, na Paróquia Nossa Senhora do Rosário, na Vila Pompéia, em São Paulo-SP. Como disse textualmente o seu fundador: “Começou porque Deus quis, e a presença e atividade do ECC no Brasil são a prova da ação de Deus na humanidade

COMPROMETER-SE COM O FUTURO “(42 anos do ECC)

Padre José Natalício da Silva

Mil, novecentos e setenta, o mundo era insosso.
A família carregava um enorme e pesado fadário.
“Família que reza unida…” era o nosso responso.
São Paulo, na Paróquia Nossa Senhora do Rosário.
Aqui foi criado o ECC pelo saudoso Padre Alfonso.
Celebremos juntos seu quadragésimo aniversário.

O Bairro da Pompéia foi apenas um ponto inicial.
A criança cresceu rápido e foi criando estrutura.
A CNBB a adotou e nomeou um Bispo Referencial.
Os Bispos o ajudaram com mãos fortes e seguras.
Para nossa unidade, temos o Documento Nacional.
Quarenta anos provam nossa caminhada madura.

Equipes de Dirigentes possuem Casais Fantásticos.
Doação, Oração, Simplicidade, Pobreza e Alegria.
São metas especiais dos Assistentes Eclesiásticos.
Reuniões Regionais, os Congressos e a Secretaria.
Organismo Vivo e não simples “Gatilho Automático”.
O trabalho dos leigos é prova de audácia e valentia.

Nasceu para servir bem as Paróquias e ąs famílias.
Sem distintivo, hino, bandeira e não é movimento.
É Serviço-Escola reativando ânimos e maravilhas.
Em todo o Brasil, pela Família, é um Sacramento.
Já está nos Estados Unidos como sinal de partilha.
A Deus, Inventor da Família, nosso agradecimento.

O ECC contém três etapas e a primeira é paroquial.
Cativa e une o casal pelo afeto e pelo sentimento.
A segunda é aprofundamento catequético e setorial.
Estudando mais a Igreja adquirimos conhecimento.
Terceira etapa trata o Ser Humano e Justiça Social.
Aí, nas Paróquias, deve haver o forte engajamento.

O ECC, bem no início, parecia só um simples menino.
Porém, foi crescendo e formando para a maturidade.
Esta Obra Bendita foi confirmada pelo Espírito Divino.
Bispos Diógenes e Waldemar com fé e Espiritualidade.
Agora caminhando conosco, Amigo Dom Antonio Lino.
Acredito que o ECC está cumprindo a sua finalidade.

ORAÇÃO

No ECC existem tantas Graças e não tem feitiço
Alegremo-nos com sua história e missionariedade.
Testemunhos e palestras temperam o compromisso.
Aceitai, Senhor, os Temários e co-responsabilidade.
Leigos comprometidos, Sal e Luz, Jesus falou disso.
Individualismo e orgulho perdem toda sua finalidade.
Círculos de Estudos colocam a omissão em sumiço.
Isso é comprometer-se com o futuro da Humanidade.

Obrigado, Jesus, pelo ECC, quarenta e dois anos a serviço.
Amém 

Paz Amados(as) da Pastoral Familiar

Estrutura de Direção

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Museu da Família – emocionante e um alerta! As famílias correm grande risco de extinção completa!

Bom dia amados(as) da Pastoral Familiar, trago a vcs o powerpoint do “Museu da Família”, maravilhoso e contundente, nos faz pensar  e muito na instituição Família que está no auge da sua extinção completa! Nós como católicos e atuantes na Paróquia devemos trabalhar arduamente para que isso não ocorra, precisamos mais do que nunca da participação de todos(as), vamos convidar os casais recém chegados em nossa Paróquia a participar se engajando nos trabalhos das Pastorais. Que esta apresentação sirva de alerta!

baixe aqui: Museu da Família

http://www.mediafire.com/?lgm3rnw3m1b6c7i

Abraços

Amados(as)

Claudinei e Rochelle

Ministros da Palavra e Eucaristia, Pastoral da Família, Pastoral da Comunicação e do E.C.C

Parabéns Pe. Ernesto pelos seus 41 anos! Muitas felicidades

Toda a Paróquia está em festa porque Nosso querido Pe. Ernesto completou dia 01/06/2012 seus 41 anos de vida, no Dia de São Justino, filósofo e mártir, o mais importante entre os Padres apologistas do segundo século. A palavra “apologista” …designa os mais antigos escritores cristãos que se propunham defender a nova religião das pesadas acusações dos pagãos e Hebreus, e difundir a doutrina cristã em termos adequados à cultura do próprio tempo. Também é o dia em que comemoramos o aniversário do nosso querido Pe. Ernesto, que realizou a missa junto a seu irmão Pe. Osvaldo e Diácono(futuro Pe.) Rivaldo , esteve presente na missa a mãe do Pe Ernesto, Dona Arminda e a família, assim como vereadores e presenças marcantes em nossa comunidade, o Prefeito Valdomiro Lopes esteve presente para felicitar o Pe. Ernesto(Este ano recebeu o título de cidadão honorário Rio Pretense)como dizem as fotos falam mais que palavras, vamos a elas! Parabéns Pe. Ernesto pelos seus 41 anos e neste ano fará 16 anos como Pe. Junto a tantas obras realizadas nos 8 anos na Nossa querida Paróquia Nossa Senhora do Brasil, Nova Igreja, 100 ministros da palavra juntamente com 100 capelinhas de Nsra do Brasil, trabalhos nas diversas Pastorais( Sobriedade, Carcerária, Familiar, Saúde, Comunicação, etc.) . Toda comunidade alegra-se em comemorar mais um aniversário do Nosso Querido Pe. Parabéns, que Deus lhe retribue com saúde, fortaleza, paz em seu ministério!

Sem mais delongas vamos as fotos! Teve muito forró!!!

Photobucket

Photobucket

Photobucket

Photobucket

Photobucket

Photobucket

Photobucket

IMG_1926

Photobucket

Photobucket

Photobucket

Photobucket

Photobucket

Photobucket

Photobucket

Photobucket

Photobucket

Photobucket

Photobucket

Photobucket

Photobucket

Felicidades Pe. Ernesto de todas as Pastorais, Ministros, de toda a comunidade!! 
Paz amados(as)

Família, Fonte de Santidade

Sem fidelidade não há união sólida e família feliz

A Igreja ensina o sentido profundo do sexo; ele só deve ser vivido no casamento:

“Pela união dos esposos realiza-se o duplo fim do matrimônio: o bem dos cônjuges e a transmissão da vida. Esses dois significados ou valores do casamento não podem ser separados sem alterar a vida espiritual do casal e sem comprometer os bens matrimoniais e o futuro da família. Assim, o amor conjugal entre o homem e a mulher atende à dupla exigência da fidelidade e da fecundidade”.

No casamento, a intimidade dos esposos se torna um sinal de comunhão espiritual. “Entre os batizados, os vínculos do matrimônio são santificados pelo sacramento” (Catecismo da Igreja Católica § 2360).

O Papa João Paulo II ensinou que: “A sexualidade, mediante a qual o homem e a mulher se doam um ao outro com os atos próprios e exclusivos dos esposos, não é em absoluto algo puramente biológico, mas diz respeito ao núcleo íntimo da pessoa humana como tal. Ela só se realiza de maneira verdadeiramente humana se for parte integral do amor com o qual homem e mulher se empenham totalmente um para com o outro até a morte” (Familiaris Consortio,11).

A Igreja gosta de apresentar aos esposos o exemplo de Tobias e Sara:
“Tobias levantou-se do leito e disse a Sara: “Levanta-te, minha irmã, oremos e peçamos a nosso Senhor que tenha compaixão de nós e nos salve”. Ela se levantou e começaram a orar e a pedir para obterem a salvação. Ele começou dizendo: “Bendito sejas tu, Deus de nossos pais… Tu criaste Adão e para ele criaste Eva, sua mulher, para ser seu sustentáculo e amparo, e para que de ambos derivasse a raça humana. Tu mesmo disseste: “Não é bom que o homem fique só; façamos-lhe uma auxiliar semelhante a ele”. E agora não é por desejo impuro que tomo esta minha irmã, mas com reta intenção. Digna-te ter piedade de mim e dela e conduzir-nos juntos a uma idade avançada”. E disseram em coro: “Amém, amém”. E se deitaram para passar a noite” (Tb 8,4-9).

“Os atos com os quais os cônjuges se unem íntima e castamente são honestos e dignos. Quando realizados de maneira verdadeiramente humana, significam e favorecem a mútua doação pela qual os esposos se enriquecem com o coração alegre e agradecido” (GS 49,2). A sexualidade é fonte de alegria e de prazer lícitos. Papa Pio XII mostrou claramente a legitimidade do prazer sexual para os cônjuges; o prazer sexual é legítimo para o casal: O próprio Criador estabeleceu que nesta função (isto é, de geração) os esposos sentissem prazer e satisfação do corpo e do espírito. Portanto, os esposos não fazem nada de mal em procurar este prazer e em gozá-lo. Eles aceitam o que o Criador lhes destinou. Contudo, os esposos devem saber manter-se nos limites de uma moderação justa” (Pio XII, discurso de 29 de outubro de 1951).

Sem fidelidade conjugal o casal não tem vida sexual harmoniosa. Ela é a base do casamento; sem isso não há união sólida e família feliz. A infidelidade é hoje uma grande praga para as famílias; por isso a Igreja a combate fortemente:

“O casal de cônjuges forma “uma íntima comunhão de vida e de amor que o Criador fundou e dotou com suas leis. Ela é instaurada pelo pacto conjugal, ou seja, o consentimento pessoal irrevogável” (GS 48, 1). Os dois se doam definitiva e totalmente um ao outro. Não são mais dois, mas formam doravante uma só carne. A aliança contraída livremente pelos esposos lhes impõem a obrigação de a manter una e indissolúvel (Cf. CDC, cân. 1056). “O que Deus uniu, o homem não separe” (Mc 10,9; Cf. Mt 19,1-12 e CIC §2364).

“Aos casados mando (não eu, mas o Senhor) que a mulher não se separe do marido. E, se ela estiver separada, que fique sem se casar, ou que se reconcilie com o seu marido, igualmente o marido, não repudie a sua mulher” (1 Cor 7,10-11).

É muito importante entender isto que o Catecismo da Igreja Católica ensina ao casal cristão:

“A fidelidade exprime a constância em manter a palavra dada. Deus é fiel. O sacramento do Matrimônio faz o homem e a mulher entrarem na fidelidade de Cristo à sua Igreja. Pela castidade conjugal, eles testemunham este mistério perante o mundo” (CIC §2365).

São João Crisóstomo, bispo de Constantinopla e doutor da Igreja, do século V, sugere aos homens recém-casados que falem assim à sua esposa:

“Tomei-te em meus braços, amo-te, prefiro-te à minha própria vida. Porque a vida presente não é nada, e o meu sonho mais ardente é passá-la contigo, de maneira que estejamos certos de não sermos separados na vida futura que nos está reservada […]. Ponho teu amor acima de tudo, e nada me seria mais penoso que não ter os mesmos pensamentos que tu tens” (Hom. in Eph. 20,8: PG 62,146-147).

Prof. Felipe Aquino